No dia 19 de janeiro, às 18 horas, será lançado em Sombrio o documentário que retrata a experiência dos grupos terapêuticos Colorindo Vidas, desenvolvidos no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do município. A exibição acontece no Cine Mais Arte, no Shopping Outlet Japonês, aberta à comunidade, como parte da programação do Janeiro Branco.
Com duração de 25 minutos, o documentário foi gravado no próprio CAPS de Sombrio e reúne depoimentos de sete mulheres, pacientes do serviço, que compartilham suas trajetórias antes e depois da participação nos grupos terapêuticos. A produção destaca o fortalecimento dos vínculos, o cuidado em saúde mental e o protagonismo feminino no processo terapêutico.
A psicóloga Fabiana Pereira, facilitadora dos grupos e idealizadora do documentário, reforça o convite para que a comunidade conheça o trabalho desenvolvido. “Esse documentário mostra a riqueza do coletivo de mulheres que se forma nos grupos, os vínculos terapêuticos que são construídos e o movimento da psicoeducação como ferramenta de cuidado. É uma oportunidade de conhecer um serviço público que promove escuta, acolhimento e protagonismo, onde as mulheres são autoras das próprias histórias”, destaca.
A prefeita Gislaine Cunha também ressaltou a importância da iniciativa como forma de ampliar o acesso à informação e valorizar a saúde mental no município. “O documentário dá visibilidade a um trabalho sério, desenvolvido dentro do CAPS, que acolhe, orienta e fortalece mulheres de Sombrio. É uma ação que contribui para quebrar estigmas, informar a população e reforçar a importância do cuidado em saúde mental como política pública”, afirmou.
Além de registrar as vivências das participantes, o documentário tem como objetivo divulgar o serviço oferecido pelo CAPS, ampliando o conhecimento da população sobre os grupos terapêuticos e incentivando mulheres que necessitam de apoio a buscar atendimento.
Grupos Colorindo Vidas
Os grupos Colorindo Vidas integram as ações da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e são um serviço gratuito, oferecido pelo CAPS de Sombrio. Atualmente, o trabalho é desenvolvido por meio de três grupos semanais, com foco em psicoeducação, escuta qualificada, fortalecimento emocional e construção coletiva de estratégias para o cuidado em saúde mental. A iniciativa completa um ano de funcionamento em janeiro.