O cão é pura emoção, amor incondicional, com sentimentos transcendentes a qualquer adversidade. Talvez seja por isso que eles estão sempre próximos a nós, mesmo quando recebem berros e xingamentos.
Podemos observar a afinidade e parceria deles com as crianças, que são ingênuas; além de, também, serem excelentes companhias para pessoas solitárias ou deprimidas. A sensibilidade desse animal é impressionante. Ao analisar o comportamento deles, enxergamos muito da personalidade do seu “dono”. Basset Hound, por exemplo, é uma mistura de Beagle com Bloodhound, e é extremamente dócil, muito calmo na fase adulta, caçador, tem um faro apurado e as pernas curtinhas, como se fosse um anão. Identifico-me muito com esse tipo de personalidade. Ter algumas responsabilidades faz parte da experiência indescritível de convivência com esses seres amigáveis. Esse empenho é logo compensado por toda entrega de carinho e companheirismo da parte do animal à sua família adotiva.
A propósito, saber lidar com um bichinho de estimação pode ser o primeiro passo para saber lidar com a natureza humana. Sem dúvidas, a diferença e complexidade são bem maiores com relação a nós, seres humanos; mas os princípios éticos e valores são os mesmos que regem ambas as relações.
Convivência exige perseverança. Perseverar de forma saudável é um dos maiores desafios dos indivíduos, e também uma das mais importantes práticas a ser exercida para superar a natureza do ego.
O estudo é o primeiro passo a ser dado para a mudança positiva. Ler, analisar, questionar, trazer o conteúdo para prática, fazer disso uma nova experiência até substituirmos um velho hábito destrutivo por um hábito construtivo é o que fará ampliar nossos conhecimentos, abrirá uma porta mágica que irá nos despertar o interesse pelo saber, viajar, desbravar fronteiras geográficas e psicológicas, e descobrir o verdadeiro sentido da vida que muitas vezes nossa consciência limitada não alcança.
Sem assomo de autocomiseração, devemos parar, respirar fundo, refletir, e nos organizar de uma forma extraordinária, com auxílio da maior fonte espiritual que habita dentro de cada um de nós. Essa força grita em tom forte para poder sair, cheia de vida e graça, talvez com um estilo exótico, despojado, cult, alternativo. Até mesmo se formos brincar de dar estilos e formas, gosto da ideia dessa força se parecer com um velhinho de oitenta anos de idade, cabelos e barbas brancas, mas incansável, que vive para fazer a diferença por onde passa. Vejo que em seus oitenta anos de vida, conseguiu entender através de suas experiências que é isso que realmente importa. Compreendeu a funcionalidade da lei do retorno, segundo a qual tudo que vai, volta com mais intensidade. Ao aumentar minha ótica sobre ele, vejo sua cruz de metal amarrada em um cordão de couro preto no pé direito, como um amuleto. Deve ser para sempre lembrar que o metal representa força, o pé direito positividade e que a sua missão é calçar a palavra sagrada em direção a qual caminhar floresce esperança.
— Isso é bom!
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