Está pensando em fazer uma aplicação de toxina botulínica para combater as rugas?
Essa substância, mais conhecida como “botox”, é originada de uma bactéria chamada clostridium botulinum, que possui propriedades que ajudam a inibir a contração dos músculos e, desta forma, reduzir as linhas de expressão mais incômodas do rosto.Para que serve a toxina botulínica na pele? Conheça os benefícios do “botox”

De acordo com a Dra. Adiellen Robaski a substância serve para o relaxamento muscular sobre os músculos estriados, inibindo a liberação de acetilcolina, na junção entre o nervo e o músculo-neuro muscular”, explicou. Desta forma, a contração ajuda a reduzir e desaparecer as rugas de expressão e a evitar os vincos na pele, prevenindo as chamadas rugas estáticas - aquelas que ficam evidentes mesmo sem nenhum movimento do rosto.A partir de qual idade a toxina pode ser aplicada?
Existem vários estudos que comprovam que a aplicação precoce da toxina ajuda a evitar a formação de rugas na pele e a formação dos sinais de expressão mais profundos. Segundo a Dra. Adiellen não existe uma idade correta ou um limite para injetar a substância, mas a indicação - que deve ser estudada de caso a caso - pode ser feita a partir dos 25 ou 30 anos (idade em que as primeiras rugas começam a surgir no rosto)”. Lembrando que o procedimento tem duração de até 6 meses e precisa de manutenção regular para manter o resultado.

Existem riscos nesse procedimento? Veja os efeitos colaterais da toxina botulínica
Quando a aplicação é feita corretamente, não proporciona riscos à saúde ou à vida do paciente. “Porém, quando acontece algum erro técnico, os efeitos mais comuns são pequenos sangramentos no local em que a toxina foi injetada, dor de cabeça, hematomas e congestão nasal são os mais comuns e reversíveis”.

Cuidados para garantir um procedimento seguro
A primeira coisa que deve ser feita é procurar fazer uma avaliação e descobrir se você está apto para receber o tratamento. Os demais cuidados devem ser observados pelo próprio profissional, como: “Conhecer bem a anatomia do local de aplicação a fim de não injetar a substância em vasos sanguíneos, usar a quantidade adequada para não haver riscos de absorção, e ter a responsabilidade e conhecimento de atender qualquer complicação que o paciente desenvolver com o procedimento”, concluiu. Agende sua avaliação!
