O basquete brasileiro está de luto. Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em São Paulo.
Mais do que um atleta, Oscar foi um símbolo. Foi entrega, foi paixão, foi história sendo escrita a cada arremesso. Para muitos, simplesmente o maior de todos.
Conhecido como “Mão Santa”, construiu uma carreira que ultrapassa números, embora eles impressionem. Maior pontuador da história do basquete mundial em competições oficiais, levou o nome do Brasil ao topo e inspirou gerações dentro e fora das quadras.
Nos últimos anos, enfrentou batalhas fora do jogo, sempre com coragem e uma força que refletia exatamente quem ele era: gigante.
Hoje, o silêncio das quadras ecoa mais forte. O Brasil perde um ídolo, o esporte perde uma lenda, mas o legado de Oscar Schmidt permanece eterno.
Porque ídolos não se vão. Eles ficam na memória, na história e no coração de quem viu, viveu e se inspirou.