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ACIVA repudia aprovação de Fundo Eleitoral

A Associação Empresarial de Araranguá e do Extremo Sul Catarinense, representando suas mais de 300 empresas associadas, vem a público manifestar seu repúdio à aprovação do Fundo Eleitoral de 2022, por parte do Congresso Nacional, que prevê um reajuste três vezes maior do valor autorizado em 2018.

Com o aumento, os partidos políticos terão uma previsão orçamentária de R$ 5,7 bilhões para financiamento das campanhas eleitorais em 2022. Lembrando que em 2014 o Fundo era de R$ 25 milhões. Em 2016, foi de R$ 819 milhões. Em 2018 foram mais de R$ 1,8 bilhão. E, com esta última aprovação, o valor subiu para R$ 5,7 bilhão.

Entendemos que este é um valor exorbitante e totalmente contrário à realidade enfrentada pelo país. Enquanto empresários e classe trabalhadora enfrentam inúmeros desafios, em meio a uma crise econômica e social histórica, devido à pandemia do Covid-19, com reflexos extremamente negativos econômica e socialmente, é simplesmente descabido que aqueles que deveriam representar o povo, votem favoráveis a uma manobra como esta.

Não podemos admitir que estes, que deveriam ser nossos representantes, ajam de tal forma, comprometendo ainda mais o desenvolvimento de nosso país e beneficiando apenas a classe política. É hora de nos unirmos, em prol à revisão e revogação desta LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), aprovada na última semana. A decisão favorável a um aumento absurdo como este fere toda a sociedade, que diariamente, precisa lutar para sobreviver.

Repudiamos todos os deputados e senadores que votaram a favor deste reajuste e não podemos acreditar que a maioria dos nossos representantes catarinenses também compactuam com esta decisão. Nosso pedido é para que este erro seja reparado e o bem comum seja priorizado, levando em consideração a realidade que estamos enfrentando. Somos contrários a qualquer financiamento de campanha eleitoral. Nosso pedido é para que o presidente da República vete o Fundo Eleitoral aprovado. Entendemos que não deve haver qualquer valor destinado à campanha eleitoral. Nosso posicionamento é para que o Fundo Eleitoral seja extinto a partir de 2022. Os partidos políticos já tem o Fundo Partidário, não tem sentido terem também o fundo eleitoral.

Fonte: Assessoria de Comunicação - ACIVA 

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