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Aprovação de Bolsonaro sobe, por conta dos R$ 600,00

Aprovação do presidente Jair Bolsonaro bateu recorde esta semana. De acordo com Data Folha, o percentual de brasileiros que aprovam integralmente sua gestão subiu de 32% para 37%. Já os que rejeitam passaram de 43% para 34%. É muito provável que o aumento da aceitação do presidente esteja ligada diretamente ao auxilio emergencial concedido pelo Governo Federal a milhões de brasileiros. Nada menos do que 44% dos entrevistados pelo Data Folha afirmaram que, de alguma forma, foram beneficiados pelas parcelas de R$ 600,00 “dadas por Bolsonaro”, por conta da pandemia de Covid-19. Lula fez escolha, e agora Bolsonaro segue o caminho.   

Eleição deste ano ainda não será da esquerda  

As tendências ideológicas tendem a se reversar no poder desde que a democracia foi inventada. Direita, centro e esquerda protagonizam uma espécie de rodízio no comando de prefeituras, governos estaduais e federais, ao sabor das pressões sociais, desde que inventaram a possibilidade de a população decidir quem será seus governantes.   

No Brasil tivemos uma onda de direita, nos anos de 1960, que acabou culminando com uma ditadura de 21 anos. A redemocratização foi conquistada com a união dos partidos de centro e de esquerda, o que perdurou por pouco tempo, até que a direita tomasse o poder novamente, com a eleição de Collor de Mello, em 1989. Depois, uma onda de centro levou Fernando Henrique ao poder, e, por fim, a Onda Lula, de 2002, deu quatro mandatos presidenciais à esquerda, até surgir Bolsonaro na história.   

Obviamente que as eleições presidenciais são meramente reflexo da base da sociedade. Quando o povo pende para um lado, cria-se um efeito cascata, que acaba elegendo um ou outro comandante supremo. Todavia, na base, a tendência é a mesma, o que leva à eleição de vereadores, prefeitos, deputados, senadores e governadores, de um ou de outro segmento ideológico, em maior ou menor número. A bem da verdade, tudo começa por baixo, até chegar lá encima.  

Para 2020, nitidamente, há a tendência de que os partidos de direita e de centro devam dominar o cenário eleitoral municipal. Por um simples fato: a esquerda ainda não se recuperou. E não se recuperou porque vivemos relativa estabilidade econômica e social. Paralelo a isto, o trauma da corrupção parece adormecido, fazendo com que nos sintamos seguros com uma nova ordem política, pautada pelo conservadorismo.   

Como diria Leonel Brizola, “a hora é de a esquerda lamber as feridas”, para sua retomada, que mais cedo ou mais tarde acontecerá.   

PDT oficializa apoio a Gislaine Cunha 

PDT de Sombrio bateu o martelo e declarou apoio a pré-candidatura de Gislaine Cunha (MDB) ao executivo municipal. A manifestação já era esperada, por conta da ligação histórica que une MDB e PDT no município. O atual prefeito, Zênio Cardoso (MDB), começou sua trajetória política no PDT. Acabou migrando para o MDB para facilitar negociações, que, por fim, o levaram ao comando do município por duas vezes. Expectativa dos brizolistas, agora, é a de indicar o vice de Gislaine. Este assunto, no entanto, só será discutido depois que a aliança em torno da candidata emedebista estiver fechada.  

Governo diz que tem apoio anti-impeachment  

Palácio do Governo garante que já tem os 14 votos necessários para barrar o avanço de qualquer processo de impeachment na Assembleia Legislativa. A tropa de choque do governador Carlos Moisés da Silva (PSL), chega a falar em 25 deputados alinhados com a gestão estadual, o que, de certo modo, soa a exagero. O número mais real fica na casa dos 20 parlamentares, ligados, essencialmente, ao MDB, Progressistas, PDT, PSL e PL. Para fazer com que um processo de impeachment seja exitoso, são necessários 27 votos, dentre 40 deputados. Do outro lado da moeda, para que ele não siga adiante, são necessários 14 votos. Toda abstenção também conta a favor do governo. Se os nove deputados do MDB se abstiverem de votar a favor da cassação, Carlos Moisés só precisa de mais cinco para não ser afastado.   

Guidi continua pré-candidato a vice em Balneário Gaivota  

Final de semana foi de especulações generalizadas em Balneário Gaivota, dando conta de que o pré-candidato a vice-prefeito, Guidi Matos (MDB), havia desistido de disputar a eleição. Em princípio, ele será companheiro de chapa do candidato a prefeito Evânio Machado, o Machadinho (PSD). De acordo com o presidente do MDB municipal, vereador Juliano Matias Suppi, o vice continua sendo Guidi. A informação também é confirmada pelo Secretário de Turismo, Mano Godinho, que será um dos coordenadores da campanha de Machadinho. “Não sei quem cria isto. O Guidi é o candidato”, comenta Mano. As convenções municipais podem começar a ser realizadas a partir do próximo dia 31, se estendendo até 16 de setembro. Até lá, especulações é o que não faltarão em torno das dobradinhas que serão montadas na região. 

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