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Cenário de Criciúma

A presença do deputado Júlio Garcia, em reuniões internas no PSD, ontem em Criciúma, alimenta especulações e ilações em relação ao cenário eleitoral de 2020 e até 2022. No ensaio de teses, uma delas já foi abordada aqui na coluna, semana passada. É a de que as circunstâncias e consequências de movimentos jurídicos e políticos, que levem em conta planos que estendem planos sobre 2022, indique uma chapa Clésio e Ricardo. Mas não me refiro a Salvaro e Fabris, mas sim Salvaro e Guidi. Garcia pode chamar Fabris para o plano da estratégia do partido, se perceber dificuldades de potencial de voto. Guidi é o tipo de político que mais tem sido elogiado pelos catedráticos da política: é jovem e tem a reserva eleitoral herdada do pai. Se PSDB e PSD estiverem juntos em Criciúma, em 2020, pode ser por esta a dobradinha.

E tem mais

Se a tese construída em hipóteses, mas vulnerável a “chuvas e trovoadas”, exigir “mais delongas”, pode-se dizer que ela indique apenas dois anos de mandato para Clésio, com o compromisso de o casamento durar até 2022. Lá, na eleição estadual, Clésio pode até figurar numa majoritária, mas a cadeira será primeiro de outro titular: Júlio Garcia.

Apaga tudo

Há várias circunstâncias que podem fazer ruir teses como as que circulam e sobre as quais se divaga com base em raciocínio lógico, ou quem sabe de fato tratadas nas conversas mais restritas. Uma destas circunstâncias é uma reforma eleitoral que ponha fim à reeleição. Outra é a troca de partido que deve ser a “virose” mais comum dos próximos verões.

Insisto

Todo o raciocínio feito sobre os movimentos políticos de breve, lançam especulação de que os cintos do judiciário afrouxem e que o deputado federal João Rodrigues (PSD) recupere o que hoje parece pouco provável: a cadeira que é de Ricardo Guidi, na Câmara dos Deputados. Por fim, desde a década passada, todos os prognósticos furaram feio. Por isso invoco o direito de chutar na lua.

Momento

O discurso do PSD, na reunião de ontem, é de que este é o melhor momento do partido no Sul do Estado. A liderança de Júlio Garcia indica condição necessária que ele organize a orquestra de casa para depois lançar-se à disputa da presidência estadual do PSD, o que vai acontecer no final do semestre. Este foi o recado passado em reunião ontem.

Denuncie ao MP

Nenhum segmento de Poder cuida tão mal do seu patrimônio quanto o Governo Federal. Pela escala o Estadual tem verdadeiras a aberrações, também. Exemplos não faltam. Em Criciúma, entretanto, vemos um descaso grave. Desde que o Ministério Público do Trabalho devolveu ao Patrimônio da União o prédio que ocupou na região do Paço Municipal ele virou o retrato da irresponsabilidade.

No paredão

O governador Carlos Moisés da Silva já estaria dando demonstração de que sente o tamanho do impacto que vai provocar na economia de Santa Catarina a manutenção das portarias que retiram de forma linear os incentivos fiscais concedidos pelos seus antecessores, alcançando à quase criação do Estado. Se mantiver as medias ele pode ser considerado responsável pela “quebradeira” no Estado.

Escola Militar

A comunidade escolar da região da Próspera vive momentos de tensão. Dois abaixo-assinados circulam especialmente na Escola Estadual Heriberto Hülse, basicamente um a favor da instalação da Escola Militar e outro a favor da manutenção do histórico educandário. E as duas listas tem argumentos fortes à comunidade. Ocorre que a instalação de uma Escola Militar não apenas soa bem aos ouvidos da nova onda eleitoral como o educandário vem sofrendo diminuição de tamanho como de resto outras escolas. A matemática revela que a Próspera tem hoje três escolas e alunos para uma. Mas isso não é culpa da comunidade escolar, e sim do encolhimento do ensino público em consequência da falta de melhores políticas. A questão é, se o Heriberto Hülse vai pagar a conta de uma instalação de escola Militar em Criciúma.

Se ouve há tempos que se for feita a simples matemática da divisão de alunos por metro quadrado, seria possível transferir todos os alunos da escola Heriberto Hülse para a Escola Arruda Ramos, por exemplo, sem necessidade de ampliação. De quebra, a Escola Estadual Maria José Hülse Peixoto poderia ser absorvida.

Texto: João Paulo Messer

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