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Criciúma adere ao Programa SC Resiliente para prevenção de desastres

Reduzir riscos de desastres e fomentar a cultura da resiliência nos municípios catarinenses são os objetivos do programa da Defesa Civil

Resiliência é a capacidade de retornar à forma original depois de passar por mudanças e obstáculos. O Programa SC Resiliente vem para incentivar a cultura de resiliência em relação aos desastres que acontecem no estado, buscando a atuação municipal de forma prática e participativa, além de trabalhar para a Redução de Risco de Desastre (RRD). A ação é uma parceria da Defesa Civil de Santa Catarina, da Administração Municipal de Criciúma e da Defesa Civil do município. O prefeito Clésio Salvaro e o coordenador municipal de Defesa Civil, Dioni Pereira de Borba, formalizaram a assinatura do termo de adesão e compromisso para a aplicação do programa na cidade até 2021.

Uma das ações inovadoras é o Índice SC Resiliente, no qual são classificados os municípios do estado com mais capacidade de resiliência, isto é, a eficiência em resistir e se recuperar dos desastres. “O programa traz um avanço em defesa civil, com projetos elaborados que podem reduzir riscos e desastres em áreas de risco, reduzir assentamento ilegal, melhorar a capacidade de resiliência do município em eventos climáticos”, ressaltou o coordenador municipal de Defesa Civil, Dioni Pereira de Borba.

São exemplos de projetos que podem ser feitos: a ampliação da estrutura e dimensão do canal auxiliar, ações de desassoreamento das bacias hidrológicas, recuperação de áreas ambientais e incentivo aos programas sociais no setor de habitação. “Áreas rurais podem ser contempladas com projetos para fomentar a agricultura no município dando mais segurança e potencializando uma nova gestão de prevenção”, completou o coordenador.

Como funciona

Ao aderirem ao programa, os municípios devem seguir a Agenda de Resiliência, um termo de compromisso com três áreas de atuação. A primeira é a capacitação, em que a Defesa Civil oferece cursos para os profissionais que trabalham direta ou indiretamente com a redução de riscos de desastres. Outra forma de atuação é por meio de ações estruturais e não estruturais. Obras implantadas com o objetivo de prevenir problemas de enchentes são ações estruturais. Já as ações não estruturais são normas, regulamentos e programas para disciplinar o uso e ocupação do solo, implantação de sistemas de alerta e a conscientização da população. A terceira área de atuação é sobre parcerias e financiamentos, onde um município procura outras localidades para incrementar as Agendas de Resiliência.

Texto: Stefanie Machado / Fotos: Arquivo Decom

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