Vale uma atenção especial das autoridades do Balneário Arroio do Silva que até bem pouco tempo era um dos municípios com as melhores perspectivas quando se falava de turismo. Nos últimos tempos parece ter estacionado. Mais recentemente está assistindo outras cidades como Balneário Gaivota e Balneário Rincão evoluir, enquanto o “Arroio” parece na marcha ré. Até agora nada de Plano Diretor. Turistas acostumados a aproveitar o Balneário Arroio do Silva em períodos de “veranico” em meio ao inverno tem se frustrado. Ao chegar na cidade pontos que antes permaneciam abertos durante 365 dias do ano estão com portas fechadas. O cenário da cidade também machuca os olhos dos que sentem orgulho desta cidade.
Da Caixa
O Presidente da Caixa, Pedro Duarte Guimarães fará um evento com parlamentares e prefeitos de Santa Catarina, neste sábado às 11h no Hotel Majestic Palace, na avenida Beira Mar em Florianópolis. Libera um pacote de projetos que estavam represados e que a partir da reforma da previdência são liberados pelo governo federal.
Da AMESC
Da AMESC participam os prefeitos de Santa Rosa do Sul, de São João do Sul, Balneário Gaivota e Araranguá. Os três primeiros farão assinatura de contratos em valor superior a R$ 10 milhões. O prefeito Mariano Mazzuco também irá participar. Ele foi convidado como prefeito da maior cidade da AMESC.
Já assinou
Lembrando que no início do mês o prefeito de Timbé do Sul, Roberto Biava, assinou, na Superintendência da CAIXA, em Criciúma, contrato com a linha de crédito FINISA – Financiamento a Infraestrutura e ao Saneamento da CAIXA, no valor de R$ 4,6 milhões, para pavimentação com asfalto de ruas no perímetro urbano do município.
Liberando
O que o governo federal está fazendo, e por questões legais faz isso através da Caixa, é a liberação de valores previstos ainda da gestão passada. São verbas dos deputados da legislatura passada. Para os municípios estas emendas aparentemente pequenas fazem enorme diferença. Daqui por diante estes valores devem acelerar o ritmo de algumas obras.
Na pauta
Nesta sexta-feira a reunião da AMESC acontece em Maracajá, onde abre a Festa do Colono. Na pauta a criação do consórcio “multifinalitária”, que terá capacidade legal para gerir ações que visem a gestão associada e a prestação de serviços públicos consorciados com ênfase na racionalização de recursos. Isso significa uma unidade que pode, pode exemplo, garantir a manutenção das rodovias estaduais recebendo dinheiro do governo do Estado. O protocolo de intenções com este objetivo já foi firmado. As Câmaras de Vereadores aprovaram estes projetos e falta agora a criação do consórcio efetivamente.
Diretoria
Na reunião dos prefeitos nesta sexta-feira em Maracajá será eleita a diretoria do consórcio regional com direito a formação de conselho fiscal e aprovação do estatuto. O presidente eleito do consórcio poderá ser o prefeito Arlindo Rocha. Isso geraria inclusive economia à entidade.
Pedágio
Nesta semana a Assembleia Legislativa aprovou uma lei que proíbe a cobrança de taxas de acesso ás cidades turísticas. Hoje isso é praticado em Bombinhas, no litoral norte do Estado. Se a decisão fosse contrária no extremo sul do Estado poderíamos ter propostas de implantação destes pedágios.
Na BR-101
Na BR-101 estão adiantadas as obras de construção da praça de pedágio no KM 35, no município de Três Cachoeiras, próximo ao distrito de Fernando Ferrari. A outra praça de pedágio está localizada em São João do Sul, próxima à divisa com Passo de Torres.
Exemplo
O posto de pedágio que está sendo instalado no Rio Grande do Sul estava previsto, inicialmente, para Santa Catarina. Houve reação da comunidade catarinense e ele foi remanejado. Já no RS a previsão inicial também teve que ser alterada, pois inicialmente ficaria entre os Km 28 e Km 30, mas isso dividiria o distrito de Fernando Ferrari. A ANTT foi sensível ao apelo daquela comunidade.
...então
Já em Santa Catarina há uma praça de pedágio prevista entre os municípios de Maracajá e Araranguá, o que afeta a comunidade de Hercílio Luz, que usa a rodovia para acessar a sede do município. Assim, o morador deste distrito teria que pagar pedágio para ir à sua sede. Se no estado gaúcho atenderam o apelo, a dúvida é porque não atendem o mesmo apelo em SC?
Texto: Joâo Paulo Messer