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SC vende gás de cozinha mais caro que a média nacional; veja os preços por cidades

Apenas uma cidade catarinense comercializa o botijão de 13 kg abaixo de R$ 100; produto ficou 38,49% mais caro em intervalo de um ano.

Santa Catarina registra a venda do gás de cozinha mais caro que a média nacional. Além disso, apenas uma cidade do Estado comercializa o botijão de 13 kg abaixo de R$ 100.

De acordo com a pesquisa semanal da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), realizada entre os dias 14 de novembro e o último sábado (20), a média de preços do gás de cozinha está em R$ 109,73 no Estado.

O preço médio nos 3.614 postos pesquisados em todo o Brasil é de R$ 102,27, ou seja, R$ 7,46 mais barato que o praticado em Santa Catarina. Além disso, outros 17 estados estão acima da média nacional.

Levando em consideração o levantamento da ANP, seis Estados comercializam o gás de cozinha por mais de R$ 110. O Mato Grosso é o detentor do preço mais caro do Brasil, estabelecido em R$ 123,55.

Apenas uma cidade de SC vende abaixo de R$ 100

Apenas Laguna registrou o preço médio do gás de cozinha abaixo de R$ 100 entre as 18 cidades pesquisadas em Santa Catarina.

O levantamento aponta ainda que o município do Sul do Estado comercializa o produto mais barato do Estado. Conforme a pesquisa, o gás de cozinha no Ademir Pacheco Luiz, no bairro Magalhães, em Laguna, é vendido por R$ 92,99.

Por outro lado, três municípios registram o preço médio de, no mínimo, R$ 120. Caçador, no Oeste de Santa Catarina, comercializa o botijão de 13 kg por até R$ 135.

O levantamento da ANP indica ainda que o gás aumentou R$ 30,50 em um intervalo de apenas um ano em Santa Catarina. O preço médio praticado em novembro de 2020 era de R$ 79,23, ou seja, uma diferença de 38,49%.

Auxílio Gás

As famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico serão beneficiadas pelo Auxílio Gás, sancionado na última segunda-feira (22).

Terá direito ao auxílio, quem tem renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional ou que tenham entre seus membros residentes no mesmo domicílio quem receba o benefício de prestação continuada da assistência social.

Segundo a Lei, o auxílio será concedido preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência.

As famílias com direito ao benefício receberão, a cada bimestre, o valor correspondente a uma parcela de, no mínimo, 50% da média do preço nacional de referência do botijão de 13 kg do gás de cozinha.

Fonte: ndmais

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