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Uma reflexão sobre o “fim dos likes” no Instagram

O Instagram anunciou o "fim dos likes" na rede social. Os testes começaram no Canadá, mas nesta quarta-feira (17) a novidade chegou ao Brasil para uma fase de testes.

A proposta da empresa diz ter o intuito de evitar a competição entre os usuários.

"Iniciamos esse teste porque queremos que os seguidores se concentrem mais nas fotos e vídeos que são compartilhados, do que na quantidade de curtidas que recebem", explicou o Instagram por meio de nota. "Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram e nossa expectativa é entender se uma mudança desse tipo poderia ajudar as pessoas a focar menos nas curtidas e mais em contar suas histórias".

As curtidas do Instagram não vão sumir, elas continuarão a existir, então podemos continuar a clicar o dedo em publicações que gostamos. Porém, apenas os donos dos perfis terão acesso a quantidade de likes recebidos, enquanto os demais usuários não terão acesso a esses dados, mas ainda continuam vendo a lista dos perfis que curtiram o post.

Sabemos da existência e usabilidade da compra de curtida, dessa forma, o Instagram deixaria de precisar combater esses aplicativos que criam likes.

Será que toda essa superficialidade está chegando ao fim? Sobre a compra de likes para passar a impressão de alguém que você não é? Porque autorizamos que o botão do coraçãozinho tenha uma função tão importante em nossa vida a ponto de interferir no nosso emocional? É sobre aceitação pessoal, e sensação de pertencimento. Esperamos agora, por uma liberdade virtual, fora dessas amarras.

Acredito que a mudança veio para reforçar que conteúdos bons continuarão sendo conteúdos bons. Para uma empresa contratar um influenciador ela não se baseará na quantidade de likes e sim no conteúdo que ele produz, até porque, encontrar o influenciador que se identifique com a sua marca e produza conteúdo para o seu público alvo te trará mais retorno do que um influenciador com uma enorme quantidade de público, mas que não seja específico, por postar o que esteja em alta, sem uma identidade própria, sabemos que uma selfie gera mais like do que foto de indicação de um livro bacana, por exemplo. O que é verdadeiro e autêntico não morrerá junto dos likes.

Porém, como a rede social de Zuckerberg não dá ponto sem nó, penso que essa seja uma maneira de obrigar as contas comerciais a investirem cada vez mais em patrocínio como ação de engajamento, já que não sabemos como o algoritmo da rede funcionará sem os likes.

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