• Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019
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Saúde e estética

Mastalgia: o sintoma de maior incidência nas mamas

As mamas responsáveis pela produção de leite para os bebês em seus primeiros meses de vida podem sofrer uma variedade de doenças e mudanças durante o ciclo menstrual. Entre as alterações relacionadas ao ciclo menstrual, a principal delas é a mastalgia, ou dor nas mamas.

Há uma forma de mastalgia que todas as mulheres experimentam ao longo da vida, denominada de cíclica: refere-se àquele desconforto nos dois a três dias que antecedem a menstruação. Quase a metade das mulheres sente este sintoma de forma exacerbada.

A anomalia acomete de 10 a 15% das mulheres. “Essas pacientes apresentam uma mastalgia grave, com duração maior que uma semana, com prejuízo na qualidade de vida e em atividades do dia-dia como alterações do sono, dificuldade de concentração no trabalho, alterações do humor”, enumera a médica mastologista, Beatriz Althoff.

São diversas hipóteses explicativas para este problema, porém nenhuma delas é conclusiva. Em geral a conduta é tranqüilizar o paciente, orientar, medicar e excluir o câncer de mama.

A mastalgia pode ser classificada como cíclica, acíclica ou de origem extra-mamária:

- Mastalgia Cíclica

Definida quando há relação com o ciclo menstrual. É uma das manifestações clínicas das alterações funcionais benignas da mama (AFBM), condição clínica caracterizada por dor e/ou nodularidade mamária que acontece no período pré-menstrual.

- Mastalgia Acíclica

Quando não tem relação com o ciclo menstrual, podendo ser constante ou intermitente e é mais freqüente na pós-menopausa.

- Origem Extra-Mamária

A dor extra-mamária é aquela que tem origem na parede torácica, mas é referida pela paciente como tendo origem na mama.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico é clínico, devendo-se lançar mão de exames complementares quando há necessidade de excluir processo neoplásico (crescimento exagerado das células), principalmente em faixa etária de risco. O paciente deve sempre estar orientado no sentido de que a dor na mama raramente está relacionada com alguma doença.

“O tratamento é feito com orientação e, se houver necessidade, usa-se alguma medicação com o uso de analgésicos ou antiinflamatórios não esteróides”, complementa a mastologista Beatriz Althoff..

Cuidados com a mama

- Consultar ginecologista: toda mulher, a partir do primeiro ciclo menstrual, deve consultar seu ginecologista e, durante esta consulta terá suas mamas examinadas.

- A mamografia deve ser realizada a partir dos 40 anos e feita anualmente.

- Para pacientes com risco aumentado para câncer de mama, ou seja, aquelas com histórico familiar para câncer de mama, este rastreamento deverá começar antes, conforme recomendado pelo seu médico assistente.

Fonte: Top Saúde

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