• Segunda-feira, 16 de Setembro de 2019
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Saúde e estética

Neurofeedback auxilia nas dificuldades mentais e no desenvolvimento profissional

Desde 1990, ligado com: “A Década do Cérebro” e a revolução em computação, o chamado NeuroFeedback (NF) vem sendo utilizado por milhares de treinadores nos EUA, Europa, Canadá, Austrália.  Atualmente está crescendo rapidamente nos países asiáticos e no Brasil. Há no mercado mais de dez sistemas de aparelhos e software para treinar e avaliar os padrões de EEG individual digitalmente.  “A técnica tem ficado mais abrangente nos últimos anos com demonstrações publicadas sobre os efeitos de treinamento nas áreas de transtornos de humor, de aprendizagem, de vícios/obsessões/compulsões, problemas de atenção/motivação/memória, enxaqueca/dor crônica entre outros”

Neurofeedback , por meio de músicas, vídeos, jogos e gráficos para que o nível de atividade elétrica cerebral. O cérebro de um paciente com transtorno de ansiedade, pode estar dominado por frequências rápidas mesmo em estado de descanso. O treinador guia o usuário num processo de “resculptar” o cérebro energético, podendo ficar mais eficiente, equilibrado, eficaz, positivo e controlado.

Pesquisas identificaram padrões nas frequências do cérebro associados à ansiedade, depressão, TOC, TDAH, problemas de sono conhecidos como digital cerebral. Ansiedade, raiva e hiperatividade frequentemente resultam em um cérebro com o hemisfério direito mais ativado do que o hemisfério esquerdo.    “Uma avaliação digital dos padrões de EEG de um paciente ajuda identificar níveis relacionados com os objetivos, guiando o treinamento em termos de áreas do cérebro e frequências”, analisa.O treinamento  para profissionais de “alto desempenho”: artistas, músicos e dançarinos, executivos, jogadores de golfe, tênis e a seleção de Itália que ganhou a Copa do Mundo, praticou NF.

Funcionamento

O Neurofeedback atua de forma a normalizar as ondas cerebrais indesejadas do córtex cerebral. A base da comunicação entre os neurônios se dá através de descargas elétricas. Estas podem ser amplificadas e decodificadas por aparelhos de EEG-eletroencefalografia. O EEG mede a atividade elétrica cerebral diretamente do córtex.

A partir de sensores dispostos no couro cabeludo pode-se ver na tela do computador toda a atividade elétrica do cérebro em tempo real e estabelecer o que precisa ser treinado, em quais regiões do cérebro e como as informações serão dadas de volta (feedback) para o cérebro. Os sinais elétricos emitidos são interpretados e examinados por softwares específicos, que respondem com sinais sonoros e visuais, gerando uma retro alimentação (feedback), sendo  possível a realização de um treinamento para reprogramação do cérebro.

Neurofeedback no Sul de Santa Catarina

As psicólogas Dilani Mota e Moramei de Moraes já estão aplicando a NF em Criciúma e região através de um plano de treinamento customizado e proporcionando resultados animadores. “Não só no campo profissional, mas na área pessoal, observamos o quão necessário é o processo em atendimentos realizados na AMREC pela Duo Quality  e na região de Araranguá ”, orienta Dilani.

Como é feito o Neurofeedbak?

Primeiramente é feita uma avaliação, medindo-se a atividade elétrica do cérebro do paciente através de um eletroencefalograma espectral. Ao paciente, são solicitadas algumas tarefas, um exercício cerebral, cálculos, leituras, memorizações. Enquanto este paciente realiza tarefas, que ativam áreas diferentes do seu cérebro, as atividades cerebrais estão sendo gravadas, GNB –Gravação Normativa de Base- fundamentada no Sistema Internacional 10-20, que é a base para elaboração do plano diferenciado para cada paciente. De posse desta avaliação inicial é possível detectar quais áreas cerebrais estão com desempenho comprometido e que precisam ser treinadas para trabalhar de maneira mais funcional.

Os eletrodos anteriormente colocados sobre o couro cabeludo, para a captação das emissões elétricas dos neurônios, são recolocados a cada sessão para alteração das ondas cerebrais. Tais ondas cerebrais são classificadas por frequência em cinco tipos: gama, beta, alfa, teta e delta.

A duração do tratamento depende de cada caso. Não é recomendado encerrar antes de 30 sessões, em alguns casos, são necessárias 40 sessões, para garantir que os efeitos sejam duradouros. As sessões podem variar de duas a três vezes por semana, ou até diariamente. Em alguns casos observa-se resultados já nos primeiros meses mas a alta performance é evidenciada no final do treinamento.

Quadro Indicações

O Neurofeedback obtem resultados eficazes para:

•Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH/DDA;

•Dislexia (dificuldades de ler palavras e dificuldades de reconhecer palavras);

•Discalculia (distúrbio neurológico que afeta a habilidade com números);

•Disgrafia (dificuldade na escrita está associada à dislexia);

•Demais perturbações da aprendizagem;

•Perturbações do desenvolvimento;

•Controle de crises convulsivas na epilepsia;

•Prevenção de cefaleias de tensão e enxaquecas;

•Depressão e outras perturbações do humor;

•Perturbações do sono; como insônia e hipervigilância;

•Treino de otimização da Performance Mental (Mente de Alta Performance);

•Otimização da Performance Profissional;

•Aprendizado rápido (desempenho acadêmico e concursos

Estresse;

Ansiedade e pânico e fobias;

Melhora da concentração;

Maior poder de decisão

Alta performance em atletas e desportistas;

Aumento de QI (quoeficiente intelectual)

Controle de fadiga, dor/fibromialgia;

TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo;

Depressão e outras perturbações do humor ;

Habilidades musicais.

 

Dilani Mota

Psicóloga

CRP-12/03339

Moramei Espindula de Moraes

Psicóloga

Fonte: Top Saúde

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