• Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019
  1. Home
  2. Saúde e estética
  3. Obesidade não é só problema estético

Saúde e estética

Obesidade não é só problema estético

Tratamentos contra a obesidade podem melhorar qualidade de vida

Qualidade de vida, conforme a Organização Mundial da Saúde, leva em conta a percepção do indivíduo sobre a sua posição na vida, no contexto da sua cultura e sistema e dos valores onde está inserido, e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações. Através das técnicas cirúrgicas de última geração, a medicina tem disponibilizado melhorias significativas na qualidade de vida dos pacientes, lhes permitindo alcançar suas metas profissionais e pessoais.

Um dos grandes desafios que impedem a conquista destes objetivos hoje chama-se obesidade. Esta epidemia, que atinge cada vez mais pessoas em todo o mundo, se instala de forma devastadora também em adultos, adolescentes e crianças brasileiras, sem distinção de sexo ou classe social. Prevenir é hoje a missão dos órgãos de saúde, seja em nível municipal, estadual ou federal. Diversos segmentos da área médica atuam na prevenção e já no tratamento da obesidade e das doenças dela decorrentes.

No campo do tratamento dos pacientes obesos, buscamos reunir equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, nutricionistas, profissionais de educação física e médicos que, de forma conjunta, buscam dar a estas pessoas uma nova realidade de vida. Neste âmbito, a medicina tem evoluído para tratamentos que permitam o controle e a redução da obesidade nos pacientes com sobrepeso, utilizando técnicas minimamente invasivas, como o balão intragástrico.  A técnica consiste na introdução de um balão no estômago do paciente, por meio de uma sonda endoscópica. A indicação é feita a pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 27, e tem duração de seis meses, com possibilidade de perda de peso de até 10%.

Já os pacientes diagnosticados com obesidade mórbida têm hoje a possibilidade de tratamento cirúrgico, através da videocirurgia, que também apresenta característica minimamente invasiva. Este modelo representa menos riscos ao paciente durante e após o procedimento. Também garante rápida recuperação, menores riscos e inexistência de cicatrizes.

É importante observar que os casos de tratamento cirúrgico são indicados nos momentos em que os pacientes com obesidade mórbida já passaram pelas dietas, medicações e outros tratamentos, sem resultados. Nestes casos estão pacientes com IMC maior que 40. Após os procedimentos, são acompanhados também pela equipe de cirurgiões, nutricionistas, psicólogos, além da escolha da técnica correta, através da consulta e avaliação desse paciente pós-operatório. Lembramos ainda que a atividade física no pós-operatório é uma das coisas mais importantes. Primeiro, porque devido a grande perda de peso, ajuda a impedir a flacidez da pele e ajuda a recuperar o fortalecimento muscular. Não basta só operar e emagrecer. É necessária muita atividade física para fortalecer a musculatura e se tornar mais saudável.

Leandro Avany Nunes

Especialista em tratamento cirúrgico da obesidade

CRM - SC 8308

www.leandroavanynunes.com.br

Leandro.nunes@terra.com.br

Fonte: Top Saúde

Caverá convida associados para renovação de títulos Anterior

Caverá convida associados para renovação de títulos

Neurofeedback auxilia nas dificuldades mentais e no desenvolvimento profissional Próximo

Neurofeedback auxilia nas dificuldades mentais e no desenvolvimento profissional

Inscreva-se em nossa Newsletter

Fique por dentro das nossas novidades.