• Quarta-feira, 02 de Dezembro de 2020
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Moradora da Cohab, em Balneário Gaivota, reclama da situação de abandono da comunidade

Moradora da Cohab, que pertence ao bairro Jardim Ultramar, em Balneário Gaivota, reclama da difícil situação em que vivem os moradores locais. De acordo com Maria Marques, de 64 anos, a comunidade possui uma série de problemas. Ela destaca, a falta de infraestrutura das vias públicas e também a insegurança local, como sendo os problemas mais urgentes por uma solução. No entanto, segundo ela, outras reinvindicações também se fazem necessárias.

Morando há cerca de 20 anos na comunidade, ela explica que a existência de um espaço multiuso, para a prática de esportes, associado a um programa de tratamento da dependência química, dariam uma nova esperança para as famílias que sofrem com esse mal.
Maria conta com tristeza, que há alguns meses atrás perdeu um filho pra as drogas, e sabe bem como é triste para as famílias ter alguém sofrendo com o vício. Ela conta, com lagrimas nos olhos, que ele tinha 38 anos quando teve um uma overdose e não sobreviveu. “Meu filho era um homem bom, ajudava todo mundo e era muito trabalhador, mas acabou entrando por esse caminho triste das drogas. Tentei de todas as formas fazer com que ele se curasse, mas não consegui. A dependência só aumentava, até que o corpo dele não aguentou”, lamenta a mãe.

No tocante a falta de infraestrutura, a moradora relata, que todas as vezes que chove as ruas alagam. Também reclama de iluminação pública deficitária e dos lixos espalhados. “Quando chove a rua alaga e vira uma nojeira, as vezes a água entra no pátio e não dá nem para sair de casa. Sem contar a questão do lixo que vive jogado por todos os lados, e da iluminação pública que só funciona em alguns postes”, reclama Maria. Ela conclui falando do problema com os cachorros de rua, que segundo ela, infestam as ruas com pulgas e carrapatos. “É preciso achar uma solução para esses cachorros, tem que castrar e colocar remédio para as pragas. Não aguento mais ter que ficar colocando veneno aqui na frente da casa. Se não fico de olho o pátio enche de carrapatos”, cobra a moradora. (AGSN)

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