• Quinta-feira, 24 de Setembro de 2020
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Imprensa livre

Novidades nas pré-candidaturas e coligações

Embora não seja invencível – longe disso, até pelo desgaste do atual governo – Mariano Mazzuco Neto (PP), na primeira foto, eleito três vezes prefeito municipal e duas vezes vice (ambas em governos liderados por Primo Menegalli), mas derrotado na eleição de 1992 pelo emedebista Neri Garcia, apresenta indícios de que vai abdicar de tentar sua sucessão no pleito municipal do dia 15 de novembro.

Em decorrência disso, a cada dia cresce a possibilidade de Daniel Viriato Afonso (segunda foto) presidente da Câmara Municipal e vereador de cinco mandatos, consolidar-se como o nome progressista na disputa eleitoral.

A iminente ausência de Mariano no pleito desperta maior interesse em relação as pré-candidaturas. Isso porque, ao menos teoricamente, ficam elevadas as possibilidades de vitória. Assim, cresce a quantidade de nomes sugeridos para a eleição majoritária e também surgem novas possibilidades de coligação.

Mais uma vez volta à tona o pensamento do filósofo, historiador e diplomata italiano, Nicolau Maquiavel (1469-1527), alertando que, “Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã”.

Dessa maneira, o desembarque do PSD no Governo Municipal, inclusive com pedidos de exoneração – não chega a ser novidade, pois era anunciado em prosa e verso por interlocutores da sigla. A despedida dos pessedistas - que tem Tano Costa (terceira foto) como pré-candidato para a eleição majoritária - era questão de tempo!

O PP perde um aliado na atual Administração Municipal, fica “fragilizado” para o próximo pleito e, também, na Câmara de Vereadores, pois com quatro representantes, o PSD constitui-se na segunda maior bancada. A maior pertence aos progressistas, que ocupam cinco cadeiras na Casa.

Estava previsto para essa quarta-feira, dia 5 de agosto, um encontro entre lideranças do PSL de Araranguá; o suplente de deputado estadual, empresário Rodrigo da Silva Turatti (quarta foto); o governador catarinense, Carlos Moisés da Silva; o presidente do PSL no Estado, deputado federal, Carlos Schiochet.
Na pauta, a análise do cenário político araranguaense e o possível acordo para lançamento da pré-candidatura pesselista visando à Prefeitura Municipal. Essa reunião, entretanto foi adiada, porque o governador vai cumprir agenda positiva em Brasília/DF.

Esse encontro pode ser uma ação embrionária para organização de um novo bloco político no município, que englobaria cinco siglas: o próprio PSL, mais PSB, PDT, PT e PSDB.

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