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Política

Amesc precisa aprender com região de Criciúma

Não à toa a região de Criciúma tem muitos representantes parlamentares, em nível estadual e federal. Tem sido assim ao longo da história. O motivo é bastante simples: eles são bairristas. Os eleitores da região da Amrec não estão nem aí. São francamente vocacionados a votar em candidatos a deputado estadual e federal que tenham vínculos diretos com os municípios daquela região. No município de Criciúma, por exemplo, na eleição estadual passada, os onze candidatos à Assembleia Legislativa mais votados eram da região carbonífera. Dos onze, cinco se elegeram: Luiz Fernando Vampiro (MDB), Ada de Luca (MDB), Jessé Lopes (PSL), Júlio Garcia (PSD) e Rodrigo Minotto (PDT). Por sua vez, os três candidatos a federal mais votados foram Daniel Freitas (PSL), Geovânia de Sá (PSDB) e Ricardo Guidi (PSD). Os três se elegeram.

Já aqui na Amesc, em Araranguá, por exemplo, que é nosso maior colégio eleitoral microrregional, dentre os onze candidatos mais votados para a Assembleia Legislativa, apenas quatro eram moradores de nossa região. Já para federal, Leodegar Tiscoski (PP) emplacou apenas a terceira melhor votação em Araranguá.

Basicamente, o que se constata é que os eleitores da Amesc não estão fazendo o dever de casa. Não estão sequer votando em candidatos de nossa própria região, sejam eles quem for, estejam eles em que partido estiver. Votar em candidatos da própria região é o que há de mais elementar para se garantir representatividade, e, por consequência, conquistas. Para se votar em um vereador, a grande maioria dos eleitores prefere optar por alguém de seu próprio bairro. A aposta é que se eleito ele estará mais próximo da comunidade para resolver seus problemas. Para deputado esta lógica se perde, com nossos eleitores não se importando em votar em candidatos de Criciúma, Florianópolis, Joinville e de municípios ainda mais distantes. Daqui a sete meses teremos outra eleição estadual. A esperança é que haja mais astúcia neste ano por parte de nossa população regional.

Ricardo Ghellere diz que mantém pré-candidatura a estadual

Advogado Ricardo Ghellere, que disputou a Prefeitura de Araranguá pelo PRTB em 2020, diz que mantém viva sua pré-candidatura de deputado estadual para este ano. Em princípio, ele deverá concorrer à Assembleia Legislativa pelo União Brasil, sigla fruto da fusão entre o PSL e o Democratas. Ricardo emplacou a terceira colocação na disputa pelo executivo da Cidade das Avenidas, com sete mil votos, filiado a um partido praticamente inexistente em nível local. Apostando no voto regional, Ghellere acredita que possa chagar aos dez mil votos especificamente em Araranguá, e ultrapassar os 17 mil na região da Amesc como um todo. Outros oito mil seriam conquistados fora de nossa região, para assegurar a eleição, conforme ele.

União Brasil quer frente com Podemos, PSD, PSC e Republicanos

Por sua vez, em nível estadual, o União Brasil, que em nossa regional é coordenado pelo empresário sombriense Teco Silvério, segue costurando uma aliança para tentar bancar a candidatura do prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, ao Governo do Estado. Neste sentido, o União Brasil almeja encabeçar uma coligação que conte com o Podemos, PSD, PSC e Republicanos no mesmo barco. Em um momento em que todos conversam com todos, a ideia é tentar solidificar esta aliança. Vale lembrar que vários líderes políticos deste mesmo grupo são muito próximos do prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, que, por enquanto, é pré-candidato ao governo pelo MDB, mas que poderá deixar o partido para propor uma candidatura governamental por outra legenda.

Câmara de Vereadores de Gaivota não terá mais recesso em julho

Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Balneário Gaivota, Fernando do Tide (PSL), articulou e conseguiu aprovar, por unanimidade, projeto de resolução que acaba com o recesso de julho do legislativo municipal. Na prática, as famosas férias de julho não existirão mais no legislativo gaivotense. De acordo com Fernando, não há sentido em haver recesso parlamentar no meio do ano administrativo, obrigando a Câmara Municipal a ter que pagar por sessões extraordinárias quando os vereadores forem convocados para deliberar sobre algum assunto de interesse da comunidade. “Era uma distorção, que conseguimos normatizar a contento da população”, comenta o presidente.

Volnei Weber planeja chegar aos 60 mil votos em 2022

Em passagem por nossa região nesta semana, ocasião em que visitou Araranguá, Turvo, Timbé do Sul e Ermo, deputado estadual Volnei Weber (MDB) se mostrou confiante seu em seu projeto de reeleição. De acordo com ele, “por conta do trabalho realizado ao longo dos últimos três anos, é possível prospectar uma votação na casa dos 60 mil votos, diante das eleições de outubro deste ano”. Em 2018, Volnei fez pouco mais de 41 mil votos, numero que surpreendeu até mesmo os políticos mais experientes, que acreditavam que ele não passaria dos 30 mil. Conforme Volnei, os almejados 60 mil votos “são baseados em estimativas realistas, e já descontando as perdas do processo político”.

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